Arquivado em: Devaneios
Vira-se e lá se vai agosto de 2008. Corrido, conturbado, cheio de intrigas. Nem tão quente, muito menos chuvoso que o mês passado. Tenho dores no alto do pescoço. Será a pressão desses dias ou o peso das responsabilidades e planos infindáveis?
Tanto faz os meus olhos também ardem e não tenho explicação para isso. Não sei explicar e não quero. Não sigo normas aqui e não seguirei, mas uma coisa não foge a regra, meu passado parece apenas uma estrada longa, comparado com o inusitado futuro atrás da porta e não deixarei que as políticas pessoais atrapalhem o alcance de meus objetivos. Não estou nem aí para a cor chamativa de suas intrigas, de seus achei, achado e pensado. Obrigado por sua opinião, ela foi medida, pesada e quem sabe um dia será aproveitada, vai ficar guardada aqui, ressequida na prateleira das comparações.
Orgulhoso eu? Não meu caro… Apenas tenro…
Arquivado em: Espelho
À apenas uma semana de mais um aniversário. Tanto já mudou de quando eu criei esse blog, tanto já foi vivido, sonhado. E a cada coisa que eu conquisto, ainda procuro você, para dividir comigo.
Sem nostalgia hoje, não hoje. Sem meias palavras e sem rodeios. Sinto falta de você!
Saiba, que aquele sonho da gente, mesmo não sendo mais seu, ainda não morreu.
Arquivado em: Devaneios
Meu irmão e eu tivemos uma infância muito agradável. Nada muito normal para ser sincero, eu fraturei sete vezes os braços, ele despencou de um morro enquanto escalava, desmaiei depois de cair da bicicleta, tentando saltar uma rampa, meu irmão sangrou o nariz por várias noites seguidas depois de rolar alguns metros em um tombasso de moto. Fui enforcado pelo lash da prancha, ele quebrou as quilhas no peito.
Ontem, enquanto éramos elogiados no COD, percebi que o que vivemos na passado sempre será espelho no futuro. E que vale muito sangrar, quando desejamos algo intensamente!
Arquivado em: Devaneios
Estive tentando entender a diferença entre ocupar o espaço em um coração e tentar fazer isso. Entender qual é o meu papel, qual personagem eu sou nessa nossa história que acaba de começar. Essa pequena vidinha a dois que tentamos construir, com momentos intensos e cheios de ternuras que nós dois vivemos e passamos. Eu passei as últimas noites chorando, sonhando algo diferente, visionando o futuro de nós dois, ora separados, ora juntos… e foi aí que eu me encontrei, que eu entendi o meu papel, que eu realmente percebi que posso ser sim, a mulher que você sempre desejou que eu fosse.
Eu medi meus sentimento por você, construí um campo de força imaginário ao redor dessa fogueira chamada amor, simplesmente por não quere me machucar, me queimar nessa chama intensa que você alimenta dia-a-dia, simplesmente com esse seu jeito de ser, com sua forma de me olhar, com o carinho que me dá. Eu fui tão insegura com você e tão ingrata que percebo hoje ter lhe dito, por diversas vezes Te Amo. Eu realmente não sei quantas vezes pude lhe ter dito isso, momentos só nossos, nos dias de amores, nos cinemas, nos encontros… É… eu posso fazer uma média, posso arriscar um número, mas jamais terei a certeza de que esse represente o quanto te amo, amei e ainda posso amar. Eu disse uma centenas de vezes que te amo, se não milhares, mas nunca lhe disse Obrigada. Obrigada por me fazer sentir algo tão doce e sublime, obrigada por me ensinar a amar e me fazer perceber que eu sou capaz disso. Obrigada por me clarear os olhos e me dar o dom de amar intensamente, sem arrependimentos e sem medo, amar teu gostos e teus defeitos, teu jeito e tuas decisões. Principalmente obrigada, por deixar que eu te ame, do jeito que eu aprendi amar e me mostrar com pequenos gestos que eu sei fazer isso.
Você foi tão generoso, tão certo, e poderia ser muito menos que isso. Poderia virar para mim e me pressionar em uma parede espinhosa, me questionando:
- Eu te amo, e agora!?! Ou você aprende a me amar, o me ensina ate esquecer!!!
Mas, você foi muito mais singelo, e me poupou dessas agressões me mostrando o verdadeiro valor de um amor. Que agora posso entender, entender que e ele pode ser de vários tamanhos, pode ter várias formas, vários pesos, várias medidas. Pode ser profundo ou superficial, maduro ou infantil, longo ou curto, pode passar como um tufão ou como uma brisa de verão. Este amor troca confidências, troca juras, troca feitiço, troca dúvidas e experiências. Pode ser forte ou fraco, distraído ou atento, pode vencer tormentas, dissabores e oferecer alento. O meu amor pode sobreviver a distâncias e atravessá-las num segundo através do pensamento. É como um vício, uma droga, desencadeado por uma paixão ardente. Produz sorrisos, momentos perfeitos, produz sonhos e insônias, produz palpitações, angústias, agonias e ilusões.
Um amor verdadeiro se perde no tempo, caminha pelo passado, atua no presente, se encaminha para o futuro e adormece na eternidade.
Um grande e verdadeiro amor ilustra noites enluaradas e dias ensolarados. Um amor tem lembranças de lugares, de cheiros, de músicas e de sons. Tem sabores, às vezes doces, outras vezes amargos, mas todos sempre bem saboreados. Pode iluminar a vida ou escurecer o coração. Pode ser real, virtual ou transcendental, porém sempre será igual. Pode ser impossível, improvável, mas pleno no coração. Pode ter testemunhas ou ser oculto e mesmo assim ser vivido intensamente. Pode ser clandestino e anônimo, pode ter o nome de uma flor e ainda assim ser um grande amor. Aquele amor de verdade pode ser castigado pelas agruras da vida e persistir inalterado e majestoso. Pode jamais se consumar e ser forte como uma rocha, profundo como o fundo do mar. Pode ser arriscado, difícil, perigoso, inadequado, mas mesmo assim almejado e correspondido. Pode sobreviver a intrigas, invejas, calúnias e sair vencedor. Não vê idade, cor, religião, raça ou aparência, não tem preconceitos, nem preceitos, não faz distinções.
Um amor não fere e se ferir, assopra. Tem marés, altas e baixas, fracas e fortes. Pode ter muitas histórias, fabricar poemas, inspirar versos e canções. Não tem perguntas, porque jamais necessita de respostas. Precisa para adormecer a companhia de um outro amor e para despertar um toque desse mesmo amor. Pode ser contido, travado, reprimido, ou declarado. O verdadeiro amor pode subir montanhas, cair em precipícios, atravessar desertos, envolver-se em tempestades, afundar em oceanos e ainda assim sobreviver. Pode dar frutos e lançá-los ao mundo cobertos de amor também.
Um amor tem cheiros e cores, o cheiro da maçã, o branco da paz, o azul do afeto, o rosa do carinho, e o vermelho da paixão. Comete loucuras, pecados, milagres e magia por vezes se arrepende e volta a cometê-las novamente. Dá espaço, cede momentos, expõe idéias, lança argumentos, sem jamais violar sentimentos.
Um amor pode escravizar-se e sentir-se livre. Um amor profundo acontece, resplandece, revigora-se e amadurece.
Um amor pode ser sábio, desinteressado, confiante e altruísta. Pode se perder na poeira do tempo pode se desfazer através dos anos, mas sempre terá sido um amor imenso. Pode ser eterno ou fugaz, pode ser o primeiro ou o último, novo ou velho… Mas ardente.
Ah…um amor só não suporta ser vivido, sonhado e mantido sozinho. Um amor precisa de outro amor para sobreviver, e eu (nome) preciso de você… Feliz, te amando mais sinceramente do que jamais te amei, tendo certeza de tudo isso e muito mais.
Vem… corre! Aprendi a lição. Me abraça e me beija, me faz sua mulher, que isso é o que mais desejo no mundo, uma simples “pitadinha” do seu gigantesco amor! Te amo.
Arquivado em: Manteguinha
Vamos fazer uma fezinha?
Dividimos em dois, você e eu!!
Planos, e-mails, ceias, conversas e carinhos virtuais, o dia a dia na empresa trouxe de presente uma quase nova “sintonia” e a surpresa de se ver rodeado de tantos amigos e pessoas tão especiais cheias de sonhos semelhantes e de ganas de fazer algo, é bom demais. Mas eu também sei que já me decepcionei muito com os projetos coletivos, as idéias e planos mirabolantes que terminavam em pastas, vou deixar rolar pra ver no que dá e fazer tudo o que me der na telha, não me proponho mais a esperar, vou tentar ser protagonista nem que seja de um monólogo para surdos, aos tropeções creio que se chega a algum lugar, nem q seja de nariz no chão…
Ficou provado para mim que o gosto de gostar de você é bem mais que gostar por simplesmente gostar, mas ao mesmo tempo nossas diferenças fazem diferenças que nos tornam desiguais o bastante para prevalecermos em eterna amizade.
[+] Recado Direcionado [+]
Adoro o cheiro de baunilha.
Arquivado em: Devaneios
Existem momentos em que devemos compreender que apenas a vontade não vence!
“Não oramos para liquidar problemas de forma mágica. Oração é a prática da paciência. Situações difíceis, às vezes, não se resolvem, mas quando oramos somos transformados. Nós nos consagramos a Deus e somos santificados de modo que, em certas ocasiões, não é a circunstância que muda, mas o nosso olhar.”
André da S. Dunck
Yes indeed i’m alone again
And here comes emptiness crashing in
It’s either love or hate
I can’t find in between
Cause i’ve been with witches
And i have been with a queen
It wouldn’t have worked out any way
So now it’s just another lonely day
Further along we just may
But for now it’s just another lonely day
Wish there was something
I could say or do
I can resist anything
But temptation from you
But i’d rather walk alone
Than chase you around
I’d rather fall myself
Than let you drag me down
It wouldn’t have worked out any way
And now it’s just another lonely day
Further along we just may
But for now it’s just another lonely day
Yesterday seems like a life ago
Cause the one i love
Today i hardly know
You i held so close in my heart oh dear
Grow further from me
With every fallen tear
It wouldn’t have worked out any way
So now it’s just another lonely day
Further along we just may
But for now it’s just another lonely day




